Decoração Escandinava: Dicas e inspirações.

Minimalista. Não tem palavra melhor para definir a simplicidade e a sofisticação do estilo escandinavo.

Se você gosta de cores neutras e ambientes perfeitamente organizados, o estilo escandinavo é o ideal para você. Marcado predominantemente pela cor branca, ele ainda agrega outros tons neutros, como o cinza e o nude e é marcado por peças grandes em preto ou metálicas e aquele ar industrial. E se você sentir falta de uma corzinha, ela pode ser facilmente incluída em almofadas e outros acessórios de menor porte. Ainda para quebrar o branco, cai bem o uso de materiais naturais, como cerâmica, madeira, lã, pedras. E isso tudo aplicando apenas um tico, que já fará uma diferença enorme.

O chão típico de uma decor escandinava é de madeira - e se for madeira clara, melhor ainda. 

A graça do estilo escandinavo de decorar é justamente brincar com a ideia do "acabei de me mudar": quadros encostados - muitas vezes no chão - e lâmpadas penduradas em fios/pendentes. Alguns objetos "esquecidos" no chão também fazem parte do estilo (mas atenção: nada de muitos bibelôs!), fazendo com que ao mesmo tempo ele tenha personalidade, sofisticação e despojamento. É a combinação perfeita do tradicional com o moderno e, ao mesmo tempo em que traz toda uma cara de organizado, dando aquele sentido de unidade, faz do ambiente extremamente confortável.

E por que esse estilo de decorar usa tanto branco??? Porque na maior parte do ano a região da Escandinávia tem dias bem curtos e frios. Por isso o branco: para ajudar a iluminar o ambiente ao máximo. E, ainda falando de iluminação, janelas são importantes e devem ficar livres, muitas vezes sendo o ponto focal do ambiente. 

Pra dar aquela ajuda, peguei algumas inspirações do Pinterest pra ilustrar bem o que tá aí em cima :)


































10 Maneiras INCRÍVEIS de reaproveitar latas!

Antes de tudo: OLHA QUEM VOLTOU! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Gente, precisei desse período sabático. O trabalho no ateliê tá bombando, eu estou cuidando de alguns probleminhas (pequenos, Graças a Deus) de saúde e alguma coisa tinha que ser colocada de lado. Como o blog aqui não me dá renda, ele foi o escolhido. Mas voltei. Aos poucos. A página no face não existe mais, mas o Instagram e o Twitter estarão lá, firmes e fortes :)

Então sem mais delongas, porque a gente não veio aqui pra falar muito. Bora ver coisa bonita?

Com todo esse caos superpopulacional que nosso planeta vive, com uma geração de lixo impressionante, tudo o que pudermos fazer para reciclar ou reaproveitar é bem vindo: desde o lixo orgânico em uma composteira até as coisinhas mais simples... dá pra aproveitar muita coisa, gente! E nem é feio não, viu? Aqui mesmo no Ateliê, as encomendas que vão pelos Correios são enviadas em caixas de papelão reaproveitadas, e essa é a nossa maneira de agraciar o meio-ambiente, já que gastamos tanto papel na produção dos nossos mimos.




O post de hoje fala sobre reaproveitar latas, sejam elas de qualquer coisa: de atum, leite, de molhos diversos... uma boa lavada (uma boa dica é deixar de molho em solução de hipoclorito de sódio, além da lavagem), uma boa secagem e a decoração já são o suficiente para transformar a sua lata em um ótimo organizador com diversos fins ou até mesmo um vasinho para temperos (e que delícia cozinhar com a sua própria horta, hein? Aqui eu dou algumas dicas para você fazer e manter a sua hortinha) ou outras plantas, como suculentas, que são um charme. E se a lata for daquelas bem estilosas, então, nem precisa fazer nada!
























Viagem: um final de semana em João Pessoa

Olha, eu definitivamente devo ter nascido no Nordeste em todas as minhas outras encarnações. Mas dessa vez Deus não foi tão generoso e me jogou no Rio de Janeiro. Gente, eu AMO o Nordeste e, por mim, pegava o avião só pra cá (mentirinha, tá?).

Desta vez viemos para João Pessoa, na Paraíba, fazer um turismo com desculpa de prova de concurso  público, como diz minha mãe kkkkkkkkkkkkkkk.

Eu já conhecia Jampa; vim pra cá há 8 anos e voltei pro Rio querendo ficar aqui. Eu nunca vi lugar mais bonito aqui no Brasil, juro por Deus. Sabe aquela coisa de "o Brasil que o Brasil não conhece"? Então!

Infelizmente ficaremos só 3 dias, mas tem sido tudo tão intenso que não tem como não aproveitar! Renan tem um amigão morando em Jampa, o Fernando que, junto da Carol (a mulher dele), nos levaram pra tudo quanto é canto. E foi MARA! Rimos muito, comemos bem, nos divertimos e, de quebra, Renan matou saudades do Nando <3

Pegamos o vôo Rio-Jampa às 22h de quinta e chegamos à 1h de sexta. Nos hospedamos no Tambaú Hostel, que é da Hostelling International, a empresa que "legaliza" os albergues da juventude mundo afora. Pegamos um quarto triplo (e, Renan e Thais, minha cunhada). O hostel é bem bacaninha. Simples, mas bem ajeitadinho. E um café da manhã bem digno em relação aos hostels que já passei.

No primeiro dia almoçamos na orla de Cabo Branco e partimos para a Praia do Jacaré, em Cabedelo (onde tem o famoso Bolero de Ravel no pôr-do-sol), com um pit stop no Centro Histórico para a cunhada namorar a arquitetura. Eu já tinha visto o Bolero da primeira vez que vim e dali já tinha me decepcionado. É bonito? É. O pôr-do-sol é lindo? É. Mas a tal apresentação me decepcionou porque não é só o saxofone tocando. Junto tem uma música instrumental e fica muito com cara de armado. Como não estávamos ali pelo Bolero mas sim pelo passeio, claro que valeu a pena. Na beira do rio tem um monte de lojinhas que vendem artesanato local, e compramos mais um ímã pra nossa geladeira <3


A praia de Cabo Branco 

 Almoço-ostentação


Acima: a Igreja de Nossa Senhora das Neves 



Igreja do Carmo
  

Na beira do Jacaré: as lojinhas e o pôr-do-sol espetacular!


Ainda no primeiro dia, fomos jantar (eu, Renan e Thais) no Osaka, um japa honesto e de preço justo em Tambaú e voltamos pela orla que é bem movimentada.

No segundo dia, saímos cedo do albergue e fomos pro litoral sul da Paraíba. Fizemos uma parada rápida na Estação Cabo Branco, em Cabo Branco, só pra tirar foto, e seguimos rumo à Barra do Gramame.





Quando chegamos à Barra do Gramame, veio a primeira vista de tirar o fôlego: A primeira parte é um maceió (lago formado pela água do mar), depois vem uma faixa de areia e lá atrás é o mar. Acho que na foto abaixo dá pra ver... o primeiro plano é o laguinho, logo após tem uma faixa de areia e atrás dela é o mar:



Após Gramame, seguimos mais ao sul e paramos na segunda praia, Carapibus. E eu, que já tinha achado Gramame linda, fiquei mais apaixonada ainda por Carapibus:






Nossa próxima parada foi Pitimbu, pra almoçar. Olha, nós andamos um monte pra chegar lá! E valeu a pena: não tinha quase ninguém na praia. No caminho, nós passamos por um vilarejo super simples... e a gente, que é da cidade grande, ainda se "assusta" ao ver esse pedacinho de Brasil...





E nossa última parada do dia foi em Coqueirinho, já no caminho de volta. Eu queria MUITO que Renan conhecesse essa praia; eu já havia conhecido da outra vez que vim e tinha ficado apaixonada. E que bom que paramos nela... Renan ficou boquiaberto, mas também não é pra menos: olha que praia perfeita!








E com esse pôr-do-sol lindo, fechamos nosso segundo dia aqui em Jampa. Agora bora lagartear que amanhã tem mais!
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